sábado, 16 de janeiro de 2010
Três considerações
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O ministério com os jovens daqui
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
A arte de viver para os outros
Viver para os outros é uma arte. Mais do que isso: uma vocação, que dá sentido pleno à uma vida. Ontem, no Haiti, faleceu a Dra. Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, vítima do terrível terremoto que atingiu aquele pobre país. Ela havia feito uma palestra em uma igreja local, quando aconteceu a tragédia.
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
"Quem não se comunica, se trumbica..." (Chacrinha)
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Considerações do segundo findi aqui...
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Falar de Deus ao povo e do povo a Deus
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Despedida da São José Operário
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010
19 anos de Ordenação Presbiteral
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Paróquia: centro de espiritualidade e de missão
Uma das características de uma Paróquia como a do Bom Fim, até mesmo por causa de sua localização geográfica, é o fato de ser um local de intensa procura para pessoas que necessitam de atendimento eclesial. Nesses poucos dias aqui tenho sido continuamente visitado e procurado pelo mais diferente tipo de pessoas, com as mais diferentes necessidades, coisa que antes não acontecia, pelo fato de a Paróquia de São José Operário estar localizada num local meio escondido, no meio do bairro. A Assembleia Diocesana de novembro último definiu que "as Paróquias devem se tornar cada vez mais centros de espiritualidade e de missão". Esta é a realidade que desejo implementar cada vez mais: fazer do Bom Fim um centro de espiritualidade e de missão, ou seja, referência para as pessoas que desejam rezar, a fim de que encontrem aqui um ambiente que os leve à oração e ao encontro com Deus. Ao mesmo tempo, procurarei me empenhar em ficar à disposição das pessoas que desejem buscar o Sacramento da Reconciliação e orientação espiritual.
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Primeiro findi no Bonfa
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sábado, 2 de janeiro de 2010
SOU BONFA!!!!!!
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Provisão de Pároco do Bom Fim
Dom José Mário Stroeher
Por Mercê de Deus e da Sé Apostólica
Bispo do Rio Grande
Aos que esta provisão virem.
Saudações, Paz e Bênção em Nosso Senhor Jesus Cristo
Rio Grande, 22 de novembro de 2009.
Festa de Cristo Rei
D. José Mário Stroeher
Bispo Diocesano
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quarta-feira, 29 de julho de 2009
Pensando em voz alta (III)
Uma Igreja que seja fruto da experiência que seus membros fazem de Jesus Cristo. Quando isso acontece, então passamos de um Cristianismo de verniz para um Cristianismo mais profundo, que provoca convicções, que são assumidas ao natural e causam alegria plena em quem as vive. A comunidade cristã passa a ser, então, o espaço da partilha e da ajuda mútua entre aqueles que desejam ser verdadeiramente discípulos de Jesus Cristo. Nela, os discípulos se reúnem em vista do estímulo mútuo e da ajuda fraterna na fidelidade ao Senhor e à sua proposta de vida. Por isso, acredito profundamente que precisamos redescobrir o valor de viver em comunidades de fé, a fim de que essa se torne a nossa identidade diante de um mundo cada vez mais egocêntrico e individualista. Na comunidade fazemos a experiência do querigma, como passo inicial na fé e também a do catecumenato, como aprofundamento da nossa adesão a Jesus Cristo e á sua Igreja.
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terça-feira, 28 de julho de 2009
Pensando em voz alta (II)
O que é ser cristão no mundo hoje? Como ele deve se portar, de modo a ser sal da terra e luz do mundo? Essas perguntas devem ser continuamente feitas a cada dia e em cada situação que enfrentamos. Se o cristão não tiver diante de si os mais profundos valores do Evangelho, irá agir sem convicção alguma na sua vida, sendo, dessa maneira “contaminado” com o espírito do “mundo”. Vai, assim, tornando-se um pagão na sua prática ética, moral, assumindo, assim, valores absolutamente contrários ao cristianismo, até mesmo porque ele não vai saber exatamente o que o cristianismo acredita e prega.
O Papa Paulo VI denunciou que o cristianismo pode ser apenas um verniz, algo superficial, que não desce à raiz da vida humana. Pode se tornar apenas atos e gestos secundários, que não venham de lugar algum e não levam a lugar nenhum. Quando o cristianismo se torna apenas esse verniz, passamos a vivê-lo assumindo apenas aquilo que nos interessa e deixando de lado o que não gostamos. É por isso que as nossas prioridades em termos de opções eclesiais são às vezes tão frágeis e até mesmo fúteis, mudadas à mercê de nossos “modismos”.
Traduzindo: não estamos, como Igreja, conseguindo assumir um projeto eclesial de forma estável porque pessoalmente (a começar por mim...) não estamos amadurecidos como discípulos missionários de Jesus Cristo. O encantamento pelo Reino somente acontecerá quando o Evangelho deixar de ser um verniz, tornando-se fundamento para nossa vida e para nossas opções pastorais.
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segunda-feira, 27 de julho de 2009
Pensando em voz alta (I)
Não quero parecer pessimista ou ter que assumir uma atitude de padre velho, para quem nada mais dá certo no mundo de hoje e que vive num saudosismo de um passado que não vai mais voltar (“ah, bons tempos aqueles...”). Parece, porém, que vivemos num tempo árido, onde nos acostumamos com uma pastoral de manutenção e com a vivência de uma religiosidade totalmente descomprometida e sem sal. Deixamos de viver um cristianismo que possa fazer a diferença numa sociedade paganizada, sendo sal da terra e luz do mundo. Está certa a frase de João Batista Scalabrini (“O mundo anda depressa e nós não podemos parar”...), mas a rapidez com que nossas opções pastorais vêm e vão não permite nem que consigamos iniciar e concluir qualquer projeto eclesial. Aquilo que hoje é assunto na Igreja tende amanhã a desaparecer, sem deixar rastro, sendo substituído por outro que depois de amanhã também vai cair na vala comum do esquecimento. E nessa loucura de passar por temas que vêm e vão, vamos deixando brechas escancaradas de necessidades de nosso povo que existem, continuam a existir e não conseguem ser atendidas. Olhamos para todos os lados, vemos gente sofredora, vemos situações terríveis, “cansadas e oprimidas como ovelhas sem pastor” e cruzamos os braços, nos omitindo de um modo cruel e não-cristão.
Está faltando em nossa Igreja hoje o espírito da profecia. Ao melhor estilo dos profetas do Antigo Testamento (sem, porém, precisar utilizar as longas barbas brancas...), torna-se necessário denunciar a mentalidade presente em nossa sociedade e que está contaminando nossa Igreja até os seus fundamentos: uma mentalidade totalmente superficial, individualista, hedonista e outros “istas”, que desfiguram o rosto de Cristo que devemos ser. É profético insistir naquilo que descobrimos como prioridade pastoral e que jamais deve ser esquecido em nossas reuniões e em nossa oração pessoal. Torna-se necessário a comtemplação dos mais prementes desafios que nos são lançados, para que possamos oferecer respostas às questões que nos são formuladas. Para cada desafio, para cada pergunta, a Igreja deve oferecer pistas de reflexão e de ação, de forma concatenada e orgânica. O caminho precisa ser re-feito, para que possamos descobrir onde estamos e para onde precisamos ir. Nossas opções fundamentais necessitam ser retomadas, a fim de que haja de novo o re-encantar-se pelo Reino. Somos mais do que simples “fazedores de coisas”; somos artífices da ação evangelizadora da Igreja, em pleno século XXI, construtores da história nesse novo milênio. É Deus quem nos chama e, por seu Espírito, nos envia em missão. Responder a esse chamado é vocação nossa!
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